terça-feira, 19 de setembro de 2017

sábado, 16 de setembro de 2017

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

terça-feira, 12 de setembro de 2017

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Shiraz: as primeiras impressões

A passagem pela ilha de Qeshan não estava prevista no programa e acabou por acontecer pela impossibilidade de retornarmos a Bandar Abbas para apanhar o avião para Shiraz. Assim, depois de da ilha de Ormuz fizemos mais uma viagem de barco de uma hora e pouco até Qeshan, onde parámos para almoçar. Pouco vimos desta ilha, apenas o que se avistava da janela do autocarro: uma paisagem árida, cor de areia, algumas pequenas povoações, como aquela onde ficava o restaurante, que era também pensão. Serviram-nos uma bela refeição, de peixe,  que comemos à moda local, isto é, sentados no chão, sobre tapetes. O dono estava contente e os empregados mostraram-se gentis, pouco habituado a receber grupos tão grandes de gente faladora, do país do Cristiano Ronaldo que é também uma estrela por aquelas paragens. Após o almoço houve ainda tempo para mais uma breve paragem numa popular estância balnear que por não ser época de banhos estava deserta,  com restaurantes vazios e as lojas com lembranças sem clientes. Apenas alguns pescadores andavam de volta dos barcos. De seguida fomos para o aeroporto, donde partimos, já ao fim do dia e onde, em plena pista, nos cruzámos com uma pequena raposa que passou a correr, assustada.
Chegámos a Shiraz já perto da meia noite e no percurso até ao hotel ficámos admirados pelo tamanho da cidade, pelo movimento de carros absolutamente extraordinário dado o avançado da hora e pelos grupos de pessoas, famílias inteiras, que ainda estavam pelos imensos espaços verdes por onde o autocarro is passando.  O Irão continuava a revelar-se uma boa surpresa!

sábado, 2 de setembro de 2017

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

domingo, 27 de agosto de 2017

sábado, 26 de agosto de 2017

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

A fortaleza





Lembrança de Ormuz

A paragem na ilha de Ormuz durou apenas o tempo da visita ao que resta da fortaleza que os portugueses ali construíram no tempo em que Afonso de Albuquerque, ao serviço de el-rei de Portugal defendia a rota do comércio das especiarias do Indico. Do que resta, que é muito pouco, a cisterna é talvez a parte mais impressionante.
Fica a lembrança de um calor imenso e uma luz intensa que tornava mais vermelha a cor da terra. À porta da fortaleza um grupo de mulheres com o rosto coberto por uma espécie de máscara colorida tentava vender algum artesanato. Calculo que o negócio não tenha grande sucesso, pois não me parece que, para além dos portugueses, nos roteiros dos turistas das mais variadas nacionalidades que visitam o Irão  esteja incluída uma visita a ilha de Ormuz. Ficou também a vontade de conhecer uma pouco mais da ilha, de percorrer o povoado, mesmo ali ao lado da fortaleza, descobrir as praias que dizem ter areia fina e mergulhar nas águas cálidas do golfo pérsico.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

domingo, 20 de agosto de 2017