segunda-feira, 7 de setembro de 2020

terça-feira, 11 de agosto de 2020

quinta-feira, 16 de julho de 2020

segunda-feira, 13 de julho de 2020

sábado, 4 de julho de 2020

domingo, 21 de junho de 2020

sexta-feira, 19 de junho de 2020

sexta-feira, 5 de junho de 2020

quarta-feira, 3 de junho de 2020

segunda-feira, 25 de maio de 2020

quinta-feira, 21 de maio de 2020

segunda-feira, 18 de maio de 2020

sábado, 16 de maio de 2020

Khiva

Khiva é um ponto de passagem importante na rota da seda. A velha cidadela, centro histórico, depois do abandono do período soviético, está a ser reabilitada e, ao contrário do que acontece em muitos centros históricos, não é apenas um cenário para turista visitar. De facto, as suas construções são habitadas e nas ruas os locais misturam-se com os visitantes: há crianças brincando, grupos de jovens que conversam, roupa estendida  à porta das casas. O adobe eé o material de construção dominante e a sua cor característica domina a paisagem, pintada aqui e ali por algum verde e, claro pelas várias tonalidades de azul da cerâmica que é utilizada como revestimento, característica da arquitectura islâmica. Alguns edifícios são particularmente interessantes, como a Mesquita Juma. Exteriormente nada nos indica da singularidade do espaço interior, suportado por mais de duzentas colunas de madeira em olmo preto, talhadas em épocas distintas. A luz penetra quase só por uma pequena clarabóia e a semi penumbra contribui tanto para a fresquidão, como o recolhimento e a oração.  A fortaleza Kunya-Ark, a Madrassa Mohammed Rakhim Khan e o Palácio Tash Khovli  são também de visita obrigatória. Em todos, o olhar fica deslumbrado com a riqueza decorativa e a diversidade cromática dos azulejos! Só têm comparação com os que tinha admirado no Irão! Magníficos!

A mesquita Juma (ou das sextas-feiras)






sexta-feira, 24 de abril de 2020