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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

domingo, 13 de outubro de 2013

Impressões de Malaca

Estas são algumas das imagens que ficaram de Malaca, do designado centro histórico - Malaca está classificada pela Unesco. A maioria da população descende dos chineses que primeiro  por aqui se instalaram e que, embora se tenham misturado com os povos autóctones de origem malaia, foram preservando a sua cultura e os seus modos de vida. Por isso, na mesma rua há mesquitas e templos lado a lado. Ao longo das margens do canal que atravessa a cidade observam-se duas realidades: de um lado casas coloridas - para turista ver - e do outro, algumas barracas. Se as lojas onde se vende de tudo um pouco são a parte da frente das habitações chinesas, à noite os passeios por onde os turistas se fotografam enchem-se de vendedores ambulantes - sobretudo mulheres, cujo traje denuncia outra origem: são jovens, algumas com os seus filhos pequenos, com a cabeça coberta pelo tchador muçulmano (a Malásia é um país maioritariamente muçulmano).

e na outra banda do canal


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

terça-feira, 8 de outubro de 2013

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

sábado, 5 de outubro de 2013

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O que resta: parte 2


O que resta: parte 2


O que resta: o Portuguese settlement

Para além de ruínas da presença histórica dos portugueses em Malaca resta ainda - e talvez seja esta a parte mais importante - um pequeno bairro onde as ruas têm os nomes de Almeida, Araújo, Teixeira... e onde moram os descendentes dos filhos que os os soldados de el-rei de Portugal  foram tendo com as mulheres da terra. Designado por "Portguese settlement" fica afastado do centro histórico e, por isso, os turistas que por Mallaca passam nem dele se apercebem. O nosso guia - chinês - levou-nos lá depois de alguma insistência, não percebendo que era para nós importante visitá-lo, mesmo que haja muito pouco para ver. Um conjunto de casas, com pequenos sinais da convicção católica dos seus moradores, um terreiro onde se fazem algumas festividades e que tem um restaurante, um pequeno museu e um pequeno altar a S. Pedro. No centro histórico tivemos um encontro com um homem que tocava na rua para ganhar a vida e que ao descobrir que éramos portuguesas, me perguntou num português que lhe saiu com alguma dificuldade, mas entendível, o meu nome e que respondeu, com um sorriso imenso, dizendo que se chamava Pedro, nos deu as boas vindas a casa e nos tocou na sua harmónica a Tia Anica de Loulé. Confesso que foi um momento que me emocionou.

domingo, 29 de setembro de 2013