sexta-feira, 9 de junho de 2017
quinta-feira, 8 de junho de 2017
Primeira paragem: Teerão
As primeiras impressões de Teerão foram a partir da janela do autocarro que nos levou do hotel, situado na parte nova, mais moderna e mais elevada, donde se avistava quase toda a cidade. Impressionaram-me as altas montanhas que a rodeiam, cujos picos estavam ainda, em finais de abril, cobertos de neve. Depois, foram os espaços verdes, muitos e cuidados. Ao longo das vias, largas e bem asfaltadas, com imensas passagens superiores para os peões, algumas com escadas rolantes, há árvores, de espécies variadas, umas ainda a crescer outras já com copas frondosas e canteiros com flores. O trânsito é imenso. Logo de manhã cedo há filas compactas de carros, com muitas motorizadas à mistura, mas o verde acaba por suavizar o impacto desse trânsito que nos levou a demorar cerca de uma hora para chegar ao centro, onde ficam os monumentos a visitar e os bairros mais antigos.
nota: o péssimo hábito de conduzir a falar ao telemóvel é também comum por estas bandas: condutores e condutoras - sim, no Irão as mulheres conduzem - falam alegremente enquanto conduzem.
nota: o péssimo hábito de conduzir a falar ao telemóvel é também comum por estas bandas: condutores e condutoras - sim, no Irão as mulheres conduzem - falam alegremente enquanto conduzem.
segunda-feira, 5 de junho de 2017
domingo, 4 de junho de 2017
Viagem ao antigo reino da Pérsia
Acho que foi nos livros de história que primeiro soube da existência do Irão, ou melhor da Pérsia, através dos relatos dos ímpetos guerreiros do grande Alexandre da Macedónia, que à frente dos seus exércitos foi pela Ásia fora e derrotou, em 334 aC, Darios III, o rei dos persas. Recordo também ver na TV as imagens do faustoso casamento de Reza Pahlavi e da coroação da sua terceira mulher, Farah Dibha nos idos dos anos 1960. Mesmo sendo nessa época a televisão a preto e branco, o brilho e a riqueza das jóias eram impressionantes. Em 1979, o Irão tornou atrair a minha atenção, quando a revolução dos ayatollahs foi notícia amplamente divulgada em todos os jornais. Veio depois o caso dos reféns americanos e mais recentemente a crise do nuclear, a eleição de um senhor que para além de ter um péssimo penteado era também um fundamentalista do pior, mesmo não sendo membro do clero que domina os destinos do país, a revolta dos jovens contra a sua segunda eleição fraudulenta e a repressão que se seguiu. Do Irão vinham bons filmes, como Persópolis onde num registo de cinema de animação era denunciado o lado mais fundamentalista e opressor do regime. Por esse lado ditatorial e também pelos códigos de vestuário impostos às mulheres, que limitam a sua liberdade, o Irão era um destino que rejeitei por bastante tempo. Mas o tal senhor foi afastado, houve um acordo internacional, o regime deu sinais de suavizar-se e acabou por surgir a oportunidade de realizar uma viagem desejada, mas sempre adiada.
quarta-feira, 31 de maio de 2017
domingo, 28 de maio de 2017
quarta-feira, 24 de maio de 2017
terça-feira, 23 de maio de 2017
domingo, 21 de maio de 2017
quarta-feira, 17 de maio de 2017
terça-feira, 16 de maio de 2017
segunda-feira, 15 de maio de 2017
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