Acho que foi nos livros de história que primeiro soube da existência do Irão, ou melhor da Pérsia, através dos relatos dos ímpetos guerreiros do grande Alexandre da Macedónia, que à frente dos seus exércitos foi pela Ásia fora e derrotou, em 334 aC, Darios III, o rei dos persas. Recordo também ver na TV as imagens do faustoso casamento de Reza Pahlavi e da coroação da sua terceira mulher, Farah Dibha nos idos dos anos 1960. Mesmo sendo nessa época a televisão a preto e branco, o brilho e a riqueza das jóias eram impressionantes. Em 1979, o Irão tornou atrair a minha atenção, quando a revolução dos ayatollahs foi notícia amplamente divulgada em todos os jornais. Veio depois o caso dos reféns americanos e mais recentemente a crise do nuclear, a eleição de um senhor que para além de ter um péssimo penteado era também um fundamentalista do pior, mesmo não sendo membro do clero que domina os destinos do país, a revolta dos jovens contra a sua segunda eleição fraudulenta e a repressão que se seguiu. Do Irão vinham bons filmes, como Persópolis onde num registo de cinema de animação era denunciado o lado mais fundamentalista e opressor do regime. Por esse lado ditatorial e também pelos códigos de vestuário impostos às mulheres, que limitam a sua liberdade, o Irão era um destino que rejeitei por bastante tempo. Mas o tal senhor foi afastado, houve um acordo internacional, o regime deu sinais de suavizar-se e acabou por surgir a oportunidade de realizar uma viagem desejada, mas sempre adiada.
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