terça-feira, 8 de outubro de 2013

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

sábado, 5 de outubro de 2013

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O que resta: parte 2


O que resta: parte 2


O que resta: o Portuguese settlement

Para além de ruínas da presença histórica dos portugueses em Malaca resta ainda - e talvez seja esta a parte mais importante - um pequeno bairro onde as ruas têm os nomes de Almeida, Araújo, Teixeira... e onde moram os descendentes dos filhos que os os soldados de el-rei de Portugal  foram tendo com as mulheres da terra. Designado por "Portguese settlement" fica afastado do centro histórico e, por isso, os turistas que por Mallaca passam nem dele se apercebem. O nosso guia - chinês - levou-nos lá depois de alguma insistência, não percebendo que era para nós importante visitá-lo, mesmo que haja muito pouco para ver. Um conjunto de casas, com pequenos sinais da convicção católica dos seus moradores, um terreiro onde se fazem algumas festividades e que tem um restaurante, um pequeno museu e um pequeno altar a S. Pedro. No centro histórico tivemos um encontro com um homem que tocava na rua para ganhar a vida e que ao descobrir que éramos portuguesas, me perguntou num português que lhe saiu com alguma dificuldade, mas entendível, o meu nome e que respondeu, com um sorriso imenso, dizendo que se chamava Pedro, nos deu as boas vindas a casa e nos tocou na sua harmónica a Tia Anica de Loulé. Confesso que foi um momento que me emocionou.

domingo, 29 de setembro de 2013

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O que resta

Para além da porta de Afonso de Albuquerque, na parte velha de Malaca restam ainda como testemunho da presença do domínio português as ruínas da igreja de São Paulo. Mas mais do que esse vestígio material resta a palavra GEREJA, que foi incorporada na língua local (na Indonésia também é a mesma) que significa, como é fácil de perceber, igreja.

O que resta : ruínas da igreja de São Paulo