terça-feira, 16 de março de 2010

domingo, 14 de março de 2010

Espaço muito azul quase sem nuvens!





Finalmente, Sol e céu azul!

Próxima paragem: Laranjeiras

Metro de Lisboa; Estação Laranjeiras

Aberta em 1988. Azulejos de Rolando Sá Nogueira.
Utilização do processo serigráfico para a transcrição das fotografias.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Próxima paragem: Parque

Metro de Lisboa: Estação Parque

Azulejos de Maria Keil

segunda-feira, 8 de março de 2010

domingo, 7 de março de 2010

sábado, 6 de março de 2010

Próxima paragem: Parque

Metro de Lisboa: Estação Parque

Próxima paragem: Parque

A estação do Metro do Parque é das primeiras, das que inauguraram a rede em Lisboa, em 1959. Já foi remodelada e, por isso, actualmente, da primeira estação existe apenas a entrada, cujo projecto arquitectónico modernista é dos arquitectos Keil do Amaral e Falcão e Cunha, com a decoração original com os azulejos geométrico de Maria Keil. Em 1994 a estação teve uma grande intervenção, tendo-se convidado as artistas belgas Françoise Schein e Federica Matta para decorarem o espaço. O tema escolhido foi os descobrimentos e a expansão. O resultado final é magnífico, a apelar à imaginação e ao maravilhoso dos viajantes ocasionais do quotidiano lisboeta.

quinta-feira, 4 de março de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

domingo, 28 de fevereiro de 2010

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Partida: Saldanha II




Inaugurada em 2009. Arq. Pauo Brito da Silva; intervanção plástica: arq. José de Almada Negreiros, que utilizou como inspiração para a decoração dos azulejos a obra literária do pai, mestre Almada. Cores predominantes: preto e branco. Foi uma das que gostei mais.

Viagem no Metro de Lisboa

Há já algum tempo que andava com vontade de ir conhecer algumas das novas estações do Metro. A ocasião surgiu numa manhã fria e chuvosa de Janeiro, integrada numa visita organizada pelos Amigos do Museu do Azulejo. Visitámos algumas das novas e revisitámos outras das primeiras, as que o arquitecto Keil do Amaral projectou nos anos 1950 e que a sua mulher, a pintora Maria Keil decorou. A visita começou na nova estação do Saldanha e acabou nos Olivais. Embora a hora já não fosse muito madrugadora - 10 e picos - a maioria das estações estava vazia e silenciosa, como se a cidade ainda estivesse adormecida.