terça-feira, 4 de agosto de 2009

À sombra da poesia

Novamente este verão o jardim da Gulbenkian voltou a surpreender os passeantes que nos dias quentes o procuram em busca da sombra refrescante das suas árvores ou escolhem os seus tapetes verdes simplesmente como alternativa às areias escaldantes das praias. Uma vez mais, um dos seus percursos torna a oferecer-nos sombras que, este ano, nos trazem as palavras intemporais de poetas de épocas, latitudes e tradições culturais várias : Safo, Leopold Senghor, José Luis Borges, Carlos Drummond de Andrade, Octávio Paz, Cristina Ali Farah, Juan Gelman, William Wordsworth, António Cícero, Cesare Pavese, Manoel de Barros, Pedro Tamen, T.S. Eliot, Wole Soyinca, Salah 'Abdal-Sabur, Joyce Mansour, Emilio Ballagas, Adélia Prado, José Craveirinha, Antjie Krog, Ronelda Kamper, Sophia de Melo Breyner Andresen e Philip Laskin.

E os toldos que no verão passado nos deram sombras coloridas transformaram-se em confortáveis almofadas, de tamanhos e formas diferentes, que convidam ao repouso, ao namoro, à brincadeira e à leitura. Até 30 de Setembro.

Para saber mais:
http://www.proximofuturo.gulbenkian.pt/?p=projectos&id=67&hl=pt

Adeus a S.Miguel


segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Objectos de devoção


Ribeira Grande, Março 2007

domingo, 2 de agosto de 2009

Solidão


Ribeira Grande, Março 2007

Vivó Sporting!


Ribeira Grande, Março 2007

sábado, 1 de agosto de 2009

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Sentido obrigatório

Os passeios de Ponta Delgada





Impressões de Ponta Delgada

Ponta Delgada é uma cidade pequena, com ruas estreitas e com uma arquitectura onde podemos encontrar traços comuns a outras cidades portuguesas. Espantou-me como os seus habitantes teimam em deslocar-se de carro para todo o lado, quando as distâncias são curtas e se fazem sem dificuldade a pé. Em contrapartida, conduzir em ruas tão estreitas, a maioria apenas permitindo um único sentido, faz com que a certas horas do dia o trânsito seja caótico e se formem filas. Este foi, talvez, o aspecto que menos me agradou na cidade. O que me encantou foi a diversidade das calçadas. Todos os passeios apresentam desenhos diferentes e, ao contrário do que se observa em Lisboa, por exemplo, em que o negro se utiliza para o desenho, em Ponta Delgada é no fundo negro que a branco se desenham os motivos. Foram muitas as fotografias dos passeios que fui fazendo. Aqui ficam apenas algumas.

terça-feira, 28 de julho de 2009

sábado, 25 de julho de 2009

Transparências


Ponta Delgada, Novembro 2008

quarta-feira, 22 de julho de 2009

In memorian de Antero



"(...) porque foi aqui num banco encostado à muralha, que, depois de olhar para todos os lados sem poder fugir, se libertou da vida".

Raul Brandão, A ilhas desconhecidas

Arquitecturas de Ponta Delgada (2)

Arquitecturas de Ponta Delgada (1)

segunda-feira, 20 de julho de 2009