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quarta-feira, 18 de junho de 2008

Deambulando por Aleppo (4)

Pátio de uma fábrica de sabões

Deambulando por Aleppo (3)

Deambulando por Aleppo (2)

Deambulando por Aleppo (1)

Entrando na cidade para lá das muralhas

Quando o passado se mistura com o presente...

E agora?!

Aleppo by night

Aleppo

Aleppo disputa com Damasco o título da cidade, sempre habitada, mais antiga do mundo. Os mais antigos vestígios arqueológicos datam do II milénio a.C. Tal como outras cidades da Síria, a sua história é feita de ocupações que se foram sucedendo -  hititas, assírios, persas, gregos, romanos... - e que foram deixando as suas marcas arquitectónicas e culturais. Teve o seu período de maior esplendor depois do ano 1000, quando se tornou numa das paragens das caravanas que do oriente traziam incenso, especiarias, sedas... que depois, pelo Mediterrâneo, seguiam para o ocidente. Os souks de Aleppo ainda hoje constituem um verdadeiro apelo para os sentidos. Deambular pelas suas estreitas, frescas e labirínticas galerias cobertas é uma experiência que se torna verdadeiramente fascinante, pelos mil cheiros que andam no ar, que evocam sabores requintados, pelas cores exuberantes dos tecidos .... E claro, o acto de comprar implica sempre uma conversa com o vendedor que no meio da discussão do preço, nos vai perguntando donde vimos e nos dá, com um sorriso gentil, as boas vindas. 

terça-feira, 17 de junho de 2008

domingo, 15 de junho de 2008

As noras de Hama

Declaração de amor

Leitura para todos os gostos...

Hama

Para mais tarde recordar

Hama

A paragem em Hama foi mesmo muito curta. Da cidade, fundada no século 11 a.C. - que foi capital do reino aramaico e depois sucessivamente conquistada pelos assírios, pelos persas, pelos gregos, pelos romanos, pelos bizantinos e, finalmente, pelos árabes - vimos apenas as noras. Dizem que são as mais antigas do mundo - as primeiras foram os bizantinos que as mandaram construir para levar as águas do rio Orontes aos campos de cultivo. Hoje, servem apenas de fundo pitoresco para as fotografias. Mas são belas, nos seus movimentos lentos.